Mostrando postagens com marcador Pastorais Sociais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pastorais Sociais. Mostrar todas as postagens

17 de abr. de 2017

DIOCESE DE JUAZEIRO PREPARA “FESTA DA VIDA” PARA PROMOVER AÇÕES SOCIAIS


Divulgar e promover o trabalho de quem se dedica à solidariedade. É esse o objetivo da Festa da Vida, organizada pela Diocese de Juazeiro, e programada para acontecer no próximo dia 23 de abril, domingo, a partir das 9h, na praça da Catedral. O evento será uma feira de exposição dos trabalhos das Pastorais sociais e outros organismos que atuam pela defesa e promoção da vida. Tendas temáticas e manifestações culturais fazem parte da programação. 

Para o Bispo de Juazeiro, Dom Beto Breis, a festa também será uma forma de fortalecer pastorais e grupos da Diocese que estão à serviço dos pobres e do cuidado com a criação. “Desde que cheguei aqui pude ver tantas iniciativas e ações que desvelam uma Igreja samaritana, atenta às angústias e às dores dos mais pobres e vulneráveis. Esse trabalho tem que ser conhecido e fortalecido. O serviço é uma das exigências da ação evangelizadora”, ressaltou.

A Comissão Pastoral da Terra (CPT), que atua junto a trabalhadores rurais da região, é uma das que estarão presentes na festa. “Muitas pessoas as vezes não conhecem ou não reconhecem o trabalho das pastorais sociais e de outros grupos realizado junto aos pobres. Para nós será muito bom pois dará visibilidade a essas ações diante da sociedade e da própria Igreja”, explicou Marina Rocha membro da CPT.

Marcada para começar com a celebração da Missa na Catedral, a Festa da Vida seguirá até as 15h. Na praça estarão expostas as barracas e tendas das pastorais e grupos, espaço de convivência, partilha e confraternização. Segundo Marina Rocha, quem quiser poderá ainda adquirir produtos que estarão à venda no local. “Teremos artesanato e também apresentações culturais, como o Samba de Veio, roda de são Gonçalo, cordel, poesias, teatro e alguns artistas que estarão presentes”, acrescentou.  

Texto: Mirrail Menezes
Mais informações

5 de set. de 2016

DIOCESE DE JUAZEIRO REALIZA GRITO DOS EXCLUÍDOS E ABRE DESFILE DE 7 DE SETEMBRO


“Este sistema é insuportável: exclui, degrada, mata!” é lema da 22ª edição do Grito dos Excluídos, que tem como tema “Vida em primeiro lugar”. A mobilização, com auge em 7 de Setembro, dia da Independência do Brasil, questiona e denuncia as várias formas de desigualdades do país, apontando qual o real papel do Estado diante das exclusões.

A Diocese de Juazeiro reporta-se à questão da luta em parceria com os Movimentos sociais, entidades, associações e organizações de base, e convoca a sociedade para participar do ato com concentração às 7h, no início da orla II da cidade.

Diferente dos outros anos em que a mobilização encerrava as apresentações, neste dia 7 de setembro, o grito dos excluídos em Juazeiro deverá abrir o desfile, vindo logo após a passagem do Grupamento de Bombeiros, Policias Rodoviárias Federal e Estadual, veículos militares, Marinha, Exército e Maçonaria.

De acordo com a coordenação da articulação em Juazeiro, “o Grito precisa continuar acontecendo e manifestando indignação diante de um sistema político e econômico que exclui e descarta a maioria da população da participação e decisão dos rumos do país, independentemente de partidos e governos. O desafio do Grito é estar no meio do povo como espaço de organização e mobilização, como um pequeno grande professor que contribui levando informação e formação e incentivando a participação popular, condição essa para construirmos as mudanças”.
Mais informações

7 de set. de 2015

“Que País é este que mata a gente que a mídia mente e nós consome?”



A manhã do 7 de setembro foi para alguns católicos da Diocese de Juazeiro um momento de manifestações.  A 21ª edição do Grito dos excluídos, levou fiéis as ruas pedindo mais justiça e igualdade para todos, tendo como tema: “A vida em primeiro lugar” refletindo o lema “Que país é esse, que mata gente, que a mídia mente e nos consome.

Segundo o Pe. José Carlos, Vigário da Paróquia Nossa Senhora Aparecida - João Paulo II, o grito dos excluídos é uma iniciativa da CNBB (Conferência Nacional de Bispos no Brasil) que a cada procura trabalhar os problemas mais evidentes na sociedade. E os grandes índices nacionais de violência foi o que levou ao tema deste ano. Em Juazeiro não é diferente, “só este ano, nos primeiros nove meses já foram assassinada uma média de 80 pessoas, o que é inadmissível para uma cidade com pouco mais de 200 mil pessoas” afirma o Padre.  Para ele é preciso que se grite em favor da justiça, da paz e da misericórdia, para alcançar uma sociedade mais pacifica e a igreja tem o papel de unir as pessoas nesta luta tendo como base a palavra de Deus.

A concentração aconteceu na Orla Dois da cidade onde os participantes fizeram orações pedindo paz para sociedades e fizeram a apresentação das faixas a serem carregadas. Dentre os participantes representantes do clero, Pastoral da Terra, Movimento sem Terra, Pastoral da Juventude no Meio Popular e Pastoral Universitária.

Para Tácio Nunes, coordenador da Pastoral universitária o grito dos excluídos é uma oportunidade de ter voz tratar temáticas importantes como a abordada nesta edição. “E enquanto Pastoral Universitária, que trabalha em um meio difícil de vivenciar a fé em Deus, a gente percebe a importância de ter voz para tratar esse tema, conscientizar e principalmente testemunhar para outros jovens, que nos assiste passar, a importância de valorizar a vida” diz Tácio.

O jovem conta que durante os encontros do grupo foi trabalhada a luta contra o extermínio de jovens que é crescente no país e na região, e enfatiza a importância de tratar esse tema:  “nós precisamos participar e mostrar que nos jovens estamos incomodados com essa realidade, que as autoridades, e a sociedade precisa se mobilizar contra essas problemáticas que a gente trabalha. E aproveitando esse momento que tem uma mobilização geral da sociedade, das autoridades que estão aqui, a gente precisa mostrar  que como cristãos, mais que evangelizar, precisamos transformar a realidade em estamos inseridos ”.

A manifestação acabou em frente à Praça Dedé Caxias, e de mãos dadas formando uma grande corrente, mais uma vez os participantes se uniram em oração clamando por paz. E em entrevista o Padre José Carlos deu a receita para alcança-la: “No antigo testamento se fala que a paz é fruto da justiça, sem justiça social para o nosso povo todas as mazelas tendem a aumentar”. 

Taiza Felisberto
Pastoral da Comunicação 
Diocese de Juazeiro Bahia.
Mais informações