14 de mai de 2018

CATEDRAL - SANTUÁRIO PREPARA FESTA DE PENTECOSTES PARA ESTE DOMINGO (20).



Até domingo (20) fiéis católicos estarão participando da Festa de Pentecostes, também chamada de Festa do Divino Espírito Santo, uma das comemorações mais importantes da Igreja Católica. 

A programação teve início no dia 10 de maio com a Novena de Pentecostes e segue pelas demais comunidades da paróquia Nossa Senhora das Grotas com celebrações às 19h 30min.

No domingo, a comunidade católica irá se reunir às 17h, ao lado do Ginásio de Esportes no Condomínio Parque Centenário para a procissão que percorrerá várias ruas de Juazeiro, até chegar ao Santuário, onde acontece Missa Solene.


















“A Páscoa é a grande festa do cristianismo e o Pentecostes é grande festa da comunidade que recebe a missão de Jesus Cristo. Pentecostes é a festa do Espirito Santo que é o amor de Deus derramado em nossos corações”, explicou o Vigário Geral da Diocese de Juazeiro, Pe. Josemar Mota. 


PROGRAMAÇÃO COMPLETA DA FESTA DO DIVINO ESPÍRITO SANTO - 2018

10/05 - 19h 30min - Comunidade São Pedro (Novo Encontro).
11/05 - 19h 30min - Comunidade Santa Joana Francisca.
12/05 - 19h 30min - Comunidade São Vicente de Paula.
13/05 - 19h 30min - Comunidade São Geraldo.
14/05 - 19h 30min - Comunidade do Mandacaru.
15/05 - 19h 30min - Comunidades do Santíssimo Redentor e de São Pedro (Angari).
16/05 - Igreja Matriz da Paróquia São Cosme e São Damião.
17 a 19/05 - 19h 30min - Catedral Santuário N. Sra. das Grotas.
20/05 - 09h - Missa Solene do Divino Espírito Santo na Catedral - Santuário N. Sra. das Grotas.
20/05 - 17h - Solene Procissão do Divino Espírito Santo (Saindo do Condomínio Parque Centenário até a Catedral).


Ricardo Souza
Pastoral da Comunicação
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11 de mai de 2018

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA O 52º DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS: REDESCOBRIR O VALOR DO JORNALISMO.


O próximo domingo, 13 de maio, é o 52º Dia Mundial das Comunicações Sociais. Na sua Mensagem para esse dia, Francisco aborda o tema das fake news, as notícias falsas. O Santo Padre propõe um “jornalismo de paz”, “hostil às falsidades” que assuma as causas dos que “não têm voz”. 
Confira a mensagem na íntegra.

 
Tema: «"A verdade vos tornará livres” (Jo 8, 32). 
Fake news e jornalismo de paz»

[13 de maio de 2018]

Queridos irmãos e irmãs!

No projeto de Deus, a comunicação humana é uma modalidade essencial para viver a comunhão. Imagem e semelhança do Criador, o ser humano é capaz de expressar e compartilhar o verdadeiro, o bom e o belo. É capaz de narrar a sua própria experiência e o mundo, construindo assim a memória e a compreensão dos acontecimentos. Mas, se orgulhosamente seguir o seu egoísmo, o homem pode usar de modo distorcido a própria faculdade de comunicar, como o atestam, já nos primórdios, os episódios bíblicos dos irmãos Caim e Abel e da Torre de Babel (cf. Gn 4, 1-16; 11, 1-9). Sintoma típico de tal distorção é a alteração da verdade, tanto no plano individual como no coletivo. Se, pelo contrário, se mantiver fiel ao projeto de Deus, a comunicação torna-se lugar para exprimir a própria responsabilidade na busca da verdade e na construção do bem. Hoje, no contexto duma comunicação cada vez mais rápida e dentro dum sistema digital, assistimos ao fenómeno das «notícias falsas», as chamadas fake news: isto convida-nos a refletir, sugerindo-me dedicar esta Mensagem ao tema da verdade, como aliás já mais vezes o fizeram os meus predecessores a começar por Paulo VI (cf. Mensagem de 1972: «Os instrumentos de comunicação social ao serviço da Verdade»). Gostaria, assim, de contribuir para o esforço comum de prevenir a difusão das notícias falsas e para redescobrir o valor da profissão jornalística e a responsabilidade pessoal de cada um na comunicação da verdade.

1. Que há de falso nas «notícias falsas»?

A expressão fake news é objeto de discussão e debate. Geralmente diz respeito à desinformação transmitida on-line ou nos mass-media tradicionais. Assim, a referida expressão alude a informações infundadas, baseadas em dados inexistentes ou distorcidos, tendentes a enganar e até manipular o destinatário. A sua divulgação pode visar objetivos prefixados, influenciar opções políticas e favorecer lucros económicos.

A eficácia das fake news fica-se a dever, em primeiro lugar, à sua natureza mimética, ou seja, à capacidade de se apresentar como plausíveis. Falsas mas verosímeis, tais notícias são capciosas, no sentido que se mostram hábeis a capturar a atenção dos destinatários, apoiando-se sobre estereótipos e preconceitos generalizados no seio dum certo tecido social, explorando emoções imediatas e fáceis de suscitar como a ansiedade, o desprezo, a ira e a frustração. A sua difusão pode contar com um uso manipulador das redes sociais e das lógicas que subjazem ao seu funcionamento: assim os conteúdos, embora desprovidos de fundamento, ganham tal visibilidade que os próprios desmentidos categorizados dificilmente conseguem circunscrever os seus danos.

A dificuldade em desvendar e erradicar as fake news é devida também ao facto de as pessoas interagirem muitas vezes dentro de ambientes digitais homogéneos e impermeáveis a perspetivas e opiniões divergentes. Esta lógica da desinformação tem êxito, porque, em vez de haver um confronto sadio com outras fontes de informação (que poderia colocar positivamente em discussão os preconceitos e abrir para um diálogo construtivo), corre-se o risco de se tornar atores involuntários na difusão de opiniões tendenciosas e infundadas. O drama da desinformação é o descrédito do outro, a sua representação como inimigo, chegando-se a uma demonização que pode fomentar conflitos. Deste modo, as notícias falsas revelam a presença de atitudes simultaneamente intolerantes e hipersensíveis, cujo único resultado é o risco de se dilatar a arrogância e o ódio. É a isto que leva, em última análise, a falsidade.

2. Como podemos reconhecê-las?

Nenhum de nós se pode eximir da responsabilidade de contrastar estas falsidades. Não é tarefa fácil, porque a desinformação se baseia muitas vezes sobre discursos variegados, deliberadamente evasivos e subtilmente enganadores, valendo-se por vezes de mecanismos refinados. Por isso, são louváveis as iniciativas educativas que permitem apreender como ler e avaliar o contexto comunicativo, ensinando a não ser divulgadores inconscientes de desinformação, mas atores do seu desvendamento. Igualmente louváveis são as iniciativas institucionais e jurídicas empenhadas na definição de normativas que visam circunscrever o fenómeno, e ainda iniciativas, como as empreendidas pelas tech e media company, idóneas para definir novos critérios capazes de verificar as identidades pessoais que se escondem por detrás de milhões de perfis digitais.

Mas a prevenção e identificação dos mecanismos da desinformação requerem também um discernimento profundo e cuidadoso. Com efeito, é preciso desmascarar uma lógica, que se poderia definir como a «lógica da serpente», capaz de se camuflar e morder em qualquer lugar. Trata-se da estratégia utilizada pela serpente – «o mais astuto de todos os animais», como diz o livro do Génesis (cf. 3, 1-15) – a qual se tornou, nos primórdios da humanidade, artífice da primeira fake news, que levou às trágicas consequências do pecado, concretizadas depois no primeiro fratricídio (cf. Gn 4) e em inúmeras outras formas de mal contra Deus, o próximo, a sociedade e a criação. A estratégia deste habilidoso «pai da mentira» (Jo 8, 44) é precisamente a mimese, uma rastejante e perigosa sedução que abre caminho no coração do homem com argumentações falsas e aliciantes. De facto, na narração do pecado original, o tentador aproxima-se da mulher, fingindo ser seu amigo e interessar-se pelo seu bem. Começa o diálogo com uma afirmação verdadeira, mas só em parte: «É verdade ter-vos Deus proibido comer o fruto de alguma árvore do jardim?» (Gn 3, 1). Na realidade, o que Deus dissera a Adão não foi que não comesse de nenhuma árvore, mas apenas de uma árvore: «Não comas o [fruto] da árvore do conhecimento do bem e do mal» (Gn 2, 17). Retorquindo, a mulher explica isso mesmo à serpente, mas deixa-se atrair pela sua provocação: «Podemos comer o fruto das árvores do jardim; mas, quanto ao fruto da árvore que está no meio do jardim, Deus disse: “Nunca o deveis comer nem sequer tocar nele, pois, se o fizerdes, morrereis”» (Gn 3, 2-3). Esta resposta tem sabor a legalismo e pessimismo: dando crédito ao falsário e deixando-se atrair pela sua apresentação dos factos, a mulher extravia-se. Em primeiro lugar, dá ouvidos à sua réplica tranquilizadora: «Não, não morrereis»(3, 4). Depois a argumentação do tentador assume uma aparência credível: «Deus sabe que, no dia em que comerdes [desse fruto], abrir-se-ão os vossos olhos e sereis como Deus, ficareis a conhecer o bem e o mal»(3, 5). Enfim, ela chega a desconfiar da recomendação paterna de Deus, que tinha em vista o seu bem, para seguir o aliciamento sedutor do inimigo: «Vendo a mulher que o fruto devia ser bom para comer, pois era de atraente aspeto (…) agarrou do fruto, comeu»(3, 6). Este episódio bíblico revela assim um facto essencial para o nosso tema: nenhuma desinformação é inofensiva; antes pelo contrário, fiar-se daquilo que é falso produz consequências nefastas. Mesmo uma distorção da verdade aparentemente leve pode ter efeitos perigosos.

De facto, está em jogo a nossa avidez. As fake news tornam-se frequentemente virais, ou seja, propagam-se com grande rapidez e de forma dificilmente controlável, não tanto pela lógica de partilha que carateriza os meios de comunicação social como sobretudo pelo fascínio que detêm sobre a avidez insaciável que facilmente se acende no ser humano. As próprias motivações económicas e oportunistas da desinformação têm a sua raiz na sede de poder, ter e gozar, que, em última instância, nos torna vítimas de um embuste muito mais trágico do que cada uma das suas manifestações: o embuste do mal, que se move de falsidade em falsidade para nos roubar a liberdade do coração. Por isso mesmo, educar para a verdade significa ensinar a discernir, a avaliar e ponderar os desejos e as inclinações que se movem dentro de nós, para não nos encontrarmos despojados do bem «mordendo a isca» em cada tentação.

3. «A verdade vos tornará livres» (Jo 8, 32)

De facto, a contaminação contínua por uma linguagem enganadora acaba por ofuscar o íntimo da pessoa. Dostoevskij deixou escrito algo de notável neste sentido: «Quem mente a si mesmo e escuta as próprias mentiras, chega a pontos de já não poder distinguir a verdade dentro de si mesmo nem ao seu redor, e assim começa a deixar de ter estima de si mesmo e dos outros. Depois, dado que já não tem estima de ninguém, cessa também de amar, e então na falta de amor, para se sentir ocupado e distrair, abandona-se às paixões e aos prazeres triviais e, por culpa dos seus vícios, torna-se como uma besta; e tudo isso deriva do mentir contínuo aos outros e a si mesmo» (Os irmãos Karamazov, II, 2).

E então como defender-nos? O antídoto mais radical ao vírus da falsidade é deixar-se purificar pela verdade. Na visão cristã, a verdade não é uma realidade apenas conceptual, que diz respeito ao juízo sobre as coisas, definindo-as verdadeiras ou falsas. A verdade não é apenas trazer à luz coisas obscuras, «desvendar a realidade», como faz pensar o termo que a designa em grego: aletheia, de a-lethès, «não escondido». A verdade tem a ver com a vida inteira. Na Bíblia, reúne os significados de apoio, solidez, confiança, como sugere a raiz ‘aman (daqui provém o próprio Amen litúrgico). A verdade é aquilo sobre o qual nos podemos apoiar para não cair. Neste sentido relacional, o único verdadeiramente fiável e digno de confiança sobre o qual se pode contar, ou seja, o único «verdadeiro» é o Deus vivo. Eis a afirmação de Jesus: «Eu sou a verdade» (Jo 14, 6). Sendo assim, o homem descobre sempre mais a verdade, quando a experimenta em si mesmo como fidelidade e fiabilidade de quem o ama. Só isto liberta o homem: «A verdade vos tornará livres»(Jo 8, 32).

Libertação da falsidade e busca do relacionamento: eis aqui os dois ingredientes que não podem faltar, para que as nossas palavras e os nossos gestos sejam verdadeiros, autênticos e fiáveis. Para discernir a verdade, é preciso examinar aquilo que favorece a comunhão e promove o bem e aquilo que, ao invés, tende a isolar, dividir e contrapor. Por isso, a verdade não se alcança autenticamente quando é imposta como algo de extrínseco e impessoal; mas brota de relações livres entre as pessoas, na escuta recíproca. Além disso, não se acaba jamais de procurar a verdade, porque algo de falso sempre se pode insinuar, mesmo ao dizer coisas verdadeiras. De facto, uma argumentação impecável pode basear-se em factos inegáveis, mas, se for usada para ferir o outro e desacreditá-lo à vista alheia, por mais justa que apareça, não é habitada pela verdade. A partir dos frutos, podemos distinguir a verdade dos vários enunciados: se suscitam polémica, fomentam divisões, infundem resignação ou se, em vez disso, levam a uma reflexão consciente e madura, ao diálogo construtivo, a uma profícua atividade.

4. A paz é a verdadeira notícia

O melhor antídoto contra as falsidades não são as estratégias, mas as pessoas: pessoas que, livres da ambição, estão prontas a ouvir e, através da fadiga dum diálogo sincero, deixam emergir a verdade; pessoas que, atraídas pelo bem, se mostram responsáveis no uso da linguagem. Se a via de saída da difusão da desinformação é a responsabilidade, particularmente envolvido está quem, por profissão, é obrigado a ser responsável ao informar, ou seja, o jornalista, guardião das notícias. No mundo atual, ele não desempenha apenas uma profissão, mas uma verdadeira e própria missão. No meio do frenesim das notícias e na voragem dos scoop, tem o dever de lembrar que, no centro da notícia, não estão a velocidade em comunicá-la nem o impacto sobre a audience, mas as pessoas. Informar é formar, é lidar com a vida das pessoas. Por isso, a precisão das fontes e a custódia da comunicação são verdadeiros e próprios processos de desenvolvimento do bem, que geram confiança e abrem vias de comunhão e de paz.

Por isso desejo convidar a que se promova um jornalismo de paz, sem entender, com esta expressão, um jornalismo «bonzinho», que negue a existência de problemas graves e assuma tons melífluos. Pelo contrário, penso num jornalismo sem fingimentos, hostil às falsidades, a slogans sensacionais e a declarações bombásticas; um jornalismo feito por pessoas para as pessoas e considerado como serviço a todas as pessoas, especialmente àquelas – e no mundo, são a maioria – que não têm voz; um jornalismo que não se limite a queimar notícias, mas se comprometa na busca das causas reais dos conflitos, para favorecer a sua compreensão das raízes e a sua superação através do aviamento de processos virtuosos; um jornalismo empenhado a indicar soluções alternativas às escalation do clamor e da violência verbal.

Por isso, inspirando-nos numa conhecida oração franciscana, poderemos dirigir-nos, à Verdade em pessoa, nestes termos:

Senhor, fazei de nós instrumentos da vossa paz.
Fazei-nos reconhecer o mal que se insinua em uma comunicação que não
cria comunhão.
Tornai-nos capazes de tirar o veneno dos nossos juízos.
Ajudai-nos a falar dos outros como de irmãos e irmãs.
Vós sois fiel e digno de confiança;
fazei que as nossas palavras sejam sementes de bem para o mundo:
onde houver rumor, fazei que pratiquemos a escuta;
onde houver confusão, fazei que inspiremos harmonia;
onde houver ambiguidade, fazei que levemos clareza;
onde houver exclusão, fazei que levemos partilha;
onde houver sensacionalismo, fazei que usemos sobriedade;
onde houver superficialidade, fazei que ponhamos interrogativos
verdadeiros;
onde houver preconceitos, fazei que despertemos confiança;
onde houver agressividade, fazei que levemos respeito;
onde houver falsidade, fazei que levemos verdade.
Amem.

Vaticano, 24 de janeiro
Memória de São Francisco de Sales – do ano de 2018.

Franciscus
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7 de mai de 2018

NOSSA GRATIDÃO PELOS DOIS ANOS DE ORDENAÇÃO EPISCOPAL DE DOM BETO BREIS.



Hoje (07), temos a dádiva de celebrarmos, os dois anos da Ordenação Episcopal de Dom Beto Breis, o nosso Bispo Diocesano. Agradecemos a Cristo, o Bom Pastor, por manifestar o seu amor através deste operário da messe. “Um Pastor segundo o coração de Jesus”
Às 18h, teremos Santa Missa na Catedral Santuário.
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30 de abr de 2018

CATÓLICOS DE JUAZEIRO CELEBRAM O 24º MARIA JOVEM NO FERIADO DE 1º DE MAIO



Terá início às 8h e prossegue até as 18h no feriado de terça-feira (1º) o 24º Maria Jovem, com o tema: "Faça-se em mim segundo a tua palavra", no auditório do Colégio Dr. Edson Ribeiro, em Juazeiro.

O evento é realizado pela Renovação Carismática Católica da Diocese de Juazeiro e reúne grupos das diversas paróquias do município.

Na programação constam, louvor, adoração, palestras com Meire Alessandra e Márcio da Guia, fundadores da Comunidade Nascidos da Cruz, Arquidiocese de São Salvador e o momento da Santa Missa.

A organização do evento informa que a entrada é gratuita.
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27 de abr de 2018

SETOR DIOCESANO DA JUVENTUDE VAI MOVIMENTAR ORLA NOVA DE JUAZEIRO COM A "PÁSCOA JOVEM" NESTE SÁBADO (28)



O Setor Diocesano da Juventude, em Juazeiro realiza neste sábado, (28), a "Páscoa Jovem". O encontro tem o objetivo de viver em plenitude a Páscoa do Senhor, de modo que os participantes possam mergulhar no mistério pascal.

Realizado no período da páscoa, para conhecerem mais profundamente a paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo, o momento será marcado por muita música, em um luau, na Orla Nova de Juazeiro, ao lado do vaporzinho, às 17h.

Por meio de dinâmicas, pregações, partilhas e momentos de oração, a juventude reflete sobre a entrega de Jesus por amor a humanidade e são convidados a vivenciarem o verdadeiro sentido da Páscoa com o tema: "Somos testemunhas do ressuscitado".

Ascom Setor Diocesano da Juventude. 
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20 de abr de 2018

"A CNBB NÃO SE IDENTIFICA COM NENHUMA IDEOLOGIA OU PARTIDO POLÍTICO": BISPOS DO BRASIL DEIXAM MENSAGEM AOS CATÓLICOS AO FIM DA ASSEMBLEIA GERAL.


Os cerca de 400 bispos da Igreja católica no Brasil, reunidos desde a semana passada no Santuário nacional de N. Sra. Aparecida (SP) – entre eles o nosso bispo diocesano Dom Beto Breis – encerraram hoje (20) seu encontro anual, deixando uma mensagem ao Povo de Deus. No texto, os bispos ressaltam que a Igreja não se identifica com nenhuma ideologia ou partido político. E conclamam os católicos ao diálogo e ao testemunho da unidade diante de um tempo de "polarizações" e divisões no cenário nacional.
Confira a mensagem na íntegra.
***
MENSAGEM DA CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL AO POVO DE DEUS
O que vimos e ouvimos nós vos anunciamos, para que também vós tenhais comunhão conosco. Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com o seu Filho Jesus Cristo (1Jo 1,3)
Em comunhão com o Papa Francisco, nós, Bispos membros da CNBB, reunidos na 56ª Assembleia Geral, em Aparecida – SP, agradecemos a Deus pelos 65 anos da CNBB, dom de Deus para a Igreja e para a sociedade brasileira. Convidamos os membros de nossas comunidades e todas as pessoas de boa vontade a se associarem à reflexão que fazemos sobre nossa missão e assumirem conosco o compromisso de percorrer este caminho de comunhão e serviço.
Vivemos um tempo de politização e polarizações que geram polêmicas pelas redes sociais e atingem a CNBB. Queremos promover o diálogo respeitoso, que estimule e faça crescer a nossa comunhão na fé, pois, só permanecendo unidos em Cristo podemos experimentar a alegria de ser discípulos missionários.
A Igreja fundada por Cristo é mistério de comunhão: “povo reunido na unidade do Pai e do Filho e do Espírito Santo” (São Cipriano). Como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela (cf. Ef 5,25), assim devemos amá-la e por ela nos doar. Por isso, não é possível compreender a Igreja simplesmente a partir de categorias sociológicas, políticas e ideológicas, pois ela é, na história, o povo de Deus, o corpo de Cristo, e o templo do Espírito Santo.
Nós, Bispos da Igreja Católica, sucessores dos Apóstolos, estamos unidos entre nós por uma fraternidade sacramental e em comunhão com o sucessor de Pedro; isso nos constitui um colégio a serviço da Igreja (cf. Christus Dominus, 3). O nosso afeto colegial se concretiza também nas Conferências Episcopais, expressão da catolicidade e unidade da Igreja. O Concílio Vaticano II, na Lumen Gentium, 23, atribui o surgimento das Conferências à Divina Providência e, no decreto Christus Dominus, 37, determina que sejam estabelecidas em todos os países em que está presente a Igreja.
Em sua missão evangelizadora, a CNBB vem servindo à sociedade brasileira, pautando sua atuação pelo Evangelho e pelo Magistério, particularmente pela Doutrina Social da Igreja. “A fé age pela caridade” (Gl 5,6); por isso, a Igreja, a partir de Jesus Cristo, que revela o mistério do homem, promove o humanismo integral e solidário em defesa da vida, desde a concepção até o fim natural. Igualmente, a opção preferencial pelos pobres é uma marca distintiva da história desta Conferência. O Papa Bento XVI afirmou que “a opção preferencial pelos pobres está implícita na fé cristológica naquele Deus que se fez pobre por nós, para enriquecer-nos com a sua pobreza”. É a partir de Jesus Cristo que a Igreja se dedica aos pobres e marginalizados, pois neles ela toca a própria carne sofredora de Cristo, como exorta o Papa Francisco.
A CNBB não se identifica com nenhuma ideologia ou partido político. As ideologias levam a dois erros nocivos: por um lado, transformar o cristianismo numa espécie de ONG, sem levar em conta a graça e a união interior com Cristo; por outro, viver entregue ao intimismo, suspeitando do compromisso social dos outros e considerando-o superficial e mundano (cf. Gaudete et Exsultate, n. 100-101).
Ao assumir posicionamentos pastorais em questões sociais, econômicas e políticas, a CNBB o faz por exigência do Evangelho. A Igreja reivindica sempre a liberdade, a que tem direito, para pronunciar o seu juízo moral acerca das realidades sociais, sempre que os direitos fundamentais da pessoa, o bem comum ou a salvação humana o exigirem (cf. Gaudium et Spes, 76). Isso nos compromete profeticamente. Não podemos nos calar quando a vida é ameaçada, os direitos desrespeitados, a justiça corrompida e a violência instaurada. Se, por este motivo, formos perseguidos, nos configuraremos a Jesus Cristo, vivendo a bem-aventurança da perseguição (Mt 5,11).
A Conferência Episcopal, como instituição colegiada, não pode ser responsabilizada por palavras ou ações isoladas que não estejam em sintonia com a fé da Igreja, sua liturgia e doutrina social, mesmo quando realizadas por eclesiásticos.
Neste Ano Nacional do Laicato, conclamamos todos os fiéis a viverem a integralidade da fé, na comunhão eclesial, construindo uma sociedade impregnada dos valores do Reino de Deus. Para isso, a liberdade de expressão e o diálogo responsável são indispensáveis. Devem, porém, ser pautados pela verdade, fortaleza, prudência, reverência e amor “para com aqueles que, em razão do seu cargo, representam a pessoa de Cristo” (LG 37). “Para discernir a verdade, é preciso examinar aquilo que favorece a comunhão e promove o bem e aquilo que, ao invés, tende a isolar, dividir e contrapor” (Papa Francisco, Mensagem para o 52º dia Mundial das Comunicações de 2018).
Deste Santuário de Nossa Senhora Aparecida, invocamos, por sua materna intercessão, abundantes bênçãos divinas sobre todos.
Aparecida-SP, 19 de abril de 2018.
Cardeal Sergio da Rocha Arcebispo de Brasília – DF Presidente da CNBB
Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger, SCJ Arcebispo São Salvador da Bahia Vice-Presidente da CNBB
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9 de abr de 2018

VIIº ANO DA HORA DA GRAÇA EM JUAZEIRO SERÁ CELEBRADO NESTE SÁBADO (14) EM FRENTE À CATEDRAL.


A Catedral - Santuário Nossa Senhora das Grotas se prepara para celebrar, neste sábado (14), o VII Ano da Hora da Graça, em Juazeiro (BA). O momento de fé para os católicos acontecerá na frente da Catedral, às 19h 30min e traz o tema: ‘Em Cristo somos todos irmãos’. 

A Hora da Graça acontece todas as quintas-feiras ao meio-dia na Catedral Santuário Diocesano, quando a comunidade se reúne para adorar Jesus no Santíssimo Sacramento. 

Cada participante é convidado a levar 1 kg de alimento não perecível. 

Segundo o pároco da Catedral Pe. Josemar Mota, a Hora da Graça tem levado muitos jovens e adultos a experimentarem a misericórdia de Deus.

“É agradecendo pela presença do Senhor entre nós, que ele nos abençoa e nos fortalece na missão de sermos testemunhas do seu amor e misericórdia junto aos irmãos, principalmente os pobres e abandonados”, ressalta o padre. 
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6 de abr de 2018

ENCONTRO DE FORMAÇÃO: CATEQUESE FAMILIAR


Catequese da Paróquia Nossa Senhora das Grotas
“Catequista, a catequese com os pais não pode ser nada
improvisado, exige um cuidado e uma preparação,
pois é sempre um espaço privilegiado de evangelização.”
Querido (a) catequista
Paz e bem!
Dando continuidade aos nossos encontros de formação como ficou combinado,
nos encontraremos no dia 06/04/2018 às 19:00 horas no centro diocesano de pastoral
para mais um encontro de formação onde teremos como tema: catequese familiar.
Divisão de tarefas:
Ambiente e acolhida: catedral
Oração: Novo Encontro
Dinâmica: São Geraldo (15 minutos)
Apresentação do palestrante: Carminha
Tema: catequese familiar
Palestrante: Gércia
Secretaria: Evania (mãe imaculada)
Avaliação e questionamento: coordenação



Contamos com a presença e uma feliz páscoa para todos!

Coordenação da Catequese da paróquia.

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5 de abr de 2018

APRESENTAÇÕES CULTURAIS ANIMAM FESTA DA VIDA NO PRÓXIMO DOMINGO (8) EM JUAZEIRO

A Praça da Catedral de Juazeiro será, mais uma vez, palco da cultura popular durante a 2ª edição da Festa da Vida. O evento, que acontece no segundo domingo do tempo pascal, próximo dia 8, conta com uma programação diversa, que inclui celebrações, exposição de trabalhos e apresentações culturais, como música e manifestações populares. A Festa da Vida é promovida pela Diocese de Juazeiro e tem como objetivo integrar e divulgar o trabalho das Pastorais Sociais.

Às 8h, a Festa terá início com uma celebração ao Velho Chico, no bairro Angari, presidida pelo bispo Dom Beto Breis. De lá, os/as participantes seguirão em caminhada até a Catedral Nossa Senhora das Grotas, onde participarão da missa das 9h. Depois, a Festa da Vida continua até às 15h, na Praça da Catedral, com exposição dos trabalhos das Pastorais em tendas temáticas, venda de artesanato e produtos da agricultura familiar, e apresentações culturais.  

Os artistas Sérgio do Forró e Roberto Malvezzi (Gogó) já confirmaram presença. Também irão se apresentar na Festa da Vida o grupo de Congos de Sento Sé; a Trupe Novo Ato; grupo de teatro de Pilão Arcado e os arte-educadores Raimundo Fábio e Antônio Ivo.

“A Festa da Vida demonstra a preocupação da nossa igreja com os mais pobres e necessitados e reforça a nossa luta por uma sociedade mais justa e igualitária para todas e todos”, destaca a coordenadora da Pastoral da Mulher Fernanda Lins. Para o integrante da coordenação da Pastoral Carcerária Valdemar da Costa, esse momento de partilha de experiências é uma excelente oportunidade para que “a sociedade e o povo cristão, o povo de Deus conheça esse trabalho, que é muito grandioso”.


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31 de mar de 2018

SÁBADO SANTO: VIGÍLIA PASCAL


Neste Sábado Santo, às 20h na Catedral Santuário terá início a Vigília Pascal, Presidida pelo Bispo Diocesano, esta celebração solene que tem uma catequese muito profunda. Quando participamos, cheios de atenção e desejo de nos encontrarmos com o Senhor, ficamos maravilhados com a beleza e o esplendor em torno de Jesus, nossa Luz. 

Na noite, em que Jesus Cristo passou da morte à vida, a Igreja convida os seus filhos a reunirem-se em vigília e oração. Na verdade, a Vigília pascal foi sempre considerada a mãe de todas as vigílias e o coração do Ano litúrgico. É uma grande celebração dividida em quatro partes, sendo elas: Liturgia da Luz, Liturgia da Palavra, Liturgia Batismal e Liturgia Eucarística. 

Na Liturgia da Luz, o Bispo abençoa o fogo que acenderá uma grande vela, chamada de Círio Pascal, que representa Jesus Ressuscitado. Em seguida, o Bispo abençoa a vela com orações e entra na igreja. Neste momento, cada pessoa acende a sua vela a partir do Círio para celebrar a vigília e se preparar para a Páscoa – a ressurreição. Prosseguindo acontece a longa Liturgia da Palavra, com lições do Antigo e do Novo Testamento, mostrando o projeto de salvação de Deus desde o episódio do Mar Vermelho até a ressurreição de Jesus. Entoa-se o Glória e procede-se a Liturgia Batismal: bênção da água, renovação das promessas do Batismo e aspersão e por último, a Liturgia Eucarística: o altar é preparado novamente para o banquete da Eucaristia.

A Vigília Pascal transforma a noite mais clara que o dia, e nos impulsiona a irmos ao encontro do Senhor Ressuscitado, para vê-Lo e acreditar na vitória da vida sobre a morte. A Ressurreição de Jesus torna o Sábado Santo uma Noite de Luz!
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30 de mar de 2018

SEXTA FEIRA SANTA: CELEBRAÇÃO DA PAIXÃO


Nesta sexta-feira da Paixão, exatamente às 15h, considerada a hora nona pela Bíblia, será o momento de reflexão com a oração do Terço da Misericórdia e a Meditação da Via Sacra, no interior da Catedral - Santuário. Refletiremos sobre o calvário de Jesus e o tema da campanha da Fraternidade 2018: Fraternidade e superação da violência. 

Às 18h, acontece a Celebração da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo é um momento que os fiéis se reúnem na Catedral Santuário, para celebrar a paixão e a morte de Jesus Cristo. Por ser um dia sem Eucaristia, o altar fica descoberto, sem nenhuma decoração no presbitério. 

Nesta celebração é exaltada a Santa Cruz, onde os fiéis formam uma filas e vão, um a um, beijar a imagem do Cristo Crucificado. Em seguida, a Procissão do Senhor Morto, a tradição lembra o momento em que os discípulos retiram o corpo de Jesus Cristo da cruz e o sepultam.

A Igreja aconselha aos fiéis, que nesta Sexta Santa, maiores de 18 anos e menores de 60 anos a fazerem algum tipo de penitência, como jejum e a abstinência de carne.
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28 de mar de 2018

QUARTA FEIRA SANTA: CELEBRAÇÃO DA SETE PALAVRAS DE CRISTO NA CRUZ


Nesta Quarta-feira Santa, às 19h 30min, ocorre, as Sete Palavras de Cristo na Cruz, nesta celebração, os cristãos recordam os últimos momentos de Jesus, com a proximidade de sua morte, é o momento de viver, a grande prova de amor.

O profeta Isaías mostra-nos que Jesus Cristo foi para a cruz “como um cordeiro que se conduz ao matadouro (Ele não abriu a boca)” (Is 53,7). 

Todavia o Senhor quis deixar-nos as suas últimas palavras, já pregado na Cruz. Sabemos que as últimas palavras, antes da morte, são aquelas que expressam as suas maiores preocupações e recomendações. 

A Igreja sempre guardou essas “Sete Palavras” com profundo amor, respeito e devoção, procurando tirar delas todo o seu riquíssimo significado.

Assim, somos convidados a participarmos desta celebração, e viver intensamente estes dias que se aproximam, que refletiremos a Morte, a Paixão e a Ressurreição do Nosso Senhor Jesus Cristo.
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26 de mar de 2018

CATEDRAL SANTUÁRIO N. SRA. DAS GROTAS SE PREPARA PARA CELEBRAR A MISSA DOS SANTOS ÓLEOS.


Todos os anos na Semana Santa, todas as dioceses se reúnem em suas catedrais para a celebração da Missa do Crisma. Em nossa Catedral Santuário, no dia 27 de março, os sacerdotes irão renovam as suas promessas sacerdotais, pronunciadas no dia da ordenação, esta celebração também é conhecida como a ‘Missa da Unidade’, expressando a comunhão diocesana, constituindo em um momento forte de comunhão eclesial, de participação intensa das comunidades e de valorização dos sacramentos da vida da Igreja Particular. Durante esta celebração, se abençoa o óleo dos catecúmenos e dos enfermos e se consagra o Santo Crisma, a celebração também é conhecida ‘Missa dos Santos Óleos’. Óleo dos Catecúmenos – Concede a força do Espírito Santo aqueles que serão batizados para que possam ser lutadores de Deus, ao lado de Cristo, contra o Espírito do mal. Óleo dos Enfermos – É um sinal utilizado pelo sacramento da Unção dos Enfermos, que traz o conforto e a força do Espírito Santo para o doente no momento de seu sofrimento. O doente é ungido na fronte e na palma das mãos. Santo Crisma – É um óleo utilizado nas unções consacratórias dos seguintes sacramentos: depois da imersão nas águas do batismo, o batizado é ungido na fronte; na Confirmação é o símbolo principal da consagração, também na fronte; depois da Ordenação Episcopal, sobre a cabeça do novo bispo; depois da ordenação sacerdotal, na palma das mãos do néo-sacerdote. Depois da missa, os padres voltam para suas paróquias e levam a porção dos óleos, para que possa ocorrer a prática dos sacramentos dos seus fiéis.
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23 de mar de 2018

NESTA SEXTA ACONTECE A GRANDE VIA SACRA NAS RUAS DE JUAZEIRO



Hoje, às 19h 30min acontecerá a Grande Via Sacra, saindo da Catedral - Santuário em direção à Paróquia São Cosme e São Damião. Nesta via com Cristo, faremos momentos de oração e de reflexão, acompanhado o Senhor Jesus em seus sofrimentos, conhecidos como a Paixão de Nosso Senhor, desde o Tribunal de Pilatos até o Monte Calvário.

Essa meditação teve origem no tempo das Cruzadas (século X). Os fiéis, que peregrinavam à Terra Santa e visitavam os lugares sagrados da Paixão de Jesus, continuaram recordando os passos da Via Dolorosa de Jerusalém em suas pátrias, unindo essa devoção à Paixão.

Nesta Via Sacra, abordaremos, a Campanha da Fraternidade 2018, que traz o tema: "Fraternidade e superação da violência" e o lema bíblico "Vós sois todos Irmãos" (Mt 23,8). O objetivo é promover a cultura da paz, da reconciliação e da justiça a luz da Palavra de Deus para superar a violência.

O desejo é nos despertar para o fato de que o sangue das vítimas continua a clamar a Deus e não podemos deixar que a violência, a vingança, a injustiça, tome conta de nós. Somos seguidores do Deus da vida. Temos a missão de defender e proteger a vida ameaçada e de buscar superar toda forma de violência e injustiça.

Assim somos convidados nesta quaresma, a abraçar com carinho, dedicação, amor, compromisso essa CF 2018, para que ela possa produzir os frutos que a Igreja deseja e que nossa sociedade precisa e que saibamos nos unirmos para avançarmos juntos na busca de superação da violência.

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20 de mar de 2018

CATEDRAL - SANTUÁRIO REALIZA MUTIRÃO DE CONFISSÕES PARA A PÁSCOA DO SENHOR.


Neste tempo de Quaresma, somos convidados a "fazer a Páscoa"! Entrar na morte com Cristo e com Ele ressurgirmos como homens novos. É tradição em nossa Paróquia, o "Mutirão de Confissões", onde diversos padres da nossa Diocese se reúnem, para atender as confissões do maior número de fiéis.

A igreja pede que pelo menos uma vez ao ano, na Páscoa do Senhor, nos confessemos e comunguemos. Aqui, é necessário deixar bem claro que isto é o mínimo que se pede.

Para que todos possam participar do Sacramento da Reconciliação e intensificamos a prática da conversão, penitência e jejum, a Paróquia N. Sra. das Grotas abrirá suas portas para realizar o Mutirão de Confissões no dia 21, a partir das 19h, dando assim oportunidade aos que desejam confessarem e se preparar para Páscoa do Senhor.
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SOLENIDADE DE SÃO JOSÉ



Neste dia 19, celebrou-se às 19h 30min na Catedral Santuário a Santa Missa em honra a São José, Chefe da Sagrada Família.

A Igreja, espalhada por todo mundo recordou-se solenemente, a santidade de vida do seu patrono. Esposo da Virgem Maria, modelo de pai e esposo. São José foi escolhido por Deus.

O Verbo Divino quis viver em família, e nos, deparamos com o testemunho de José “Deus cumula de bens”; mas, para que este bem maior penetrasse na sua vida e história, ele precisou renunciar a si mesmo e, na fé, obedecer a Deus acolhendo a Virgem Maria.

Que assim como Ele, possamos ser dóceis à Palavra e à vontade do Senhor. São José, rogai por nós!




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19 de mar de 2018

DOM BETO BREIS FARÁ CATEQUESE EM PREPARAÇÃO À SEMANA SANTA NA CATEDRAL


No próximo dia 24 de março, sábado às 17h, o Bispo Diocesano, Dom Beto Breis, fará uma Catequese sobre o "Tríduo Pascal", em preparação à Semana Santa. 

O Tríduo Pascal é ponto culminante, são três dias com o Cristo crucificado, morto e ressuscitado. Tem início na celebração da Ceia do Senhor, na Quinta-feira Santa, terminando com o domingo de Páscoa". São dias dedicados a celebrações e orações especiais.

O momento formativo acontecerá na Catedral - Santuário N. Sra. das Grotas e é aberto a todas as pessoas que quiserem se preparar melhor para a Páscoa. 

Todas as paróquias, bem como pastorais, movimentos e grupos são convidados a enviar seus representantes para este momento de aprofundamento quaresmal e de convivência fraterna.
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17 de mar de 2018

ACONTECE HOJE A 39ª EDIÇÃO DA CAMINHADA DA PENITÊNCIA


A tradicional Caminhada da Penitência, acontece hoje às 23h, em sua 39ª edição, milhares de fiéis são esperados no trajeto entre a Comunidade Ir. Dulce dos Pobres, no Residencial São Francisco até a Catedral - Santuário N. Sra. das Grotas. Nestas horas de caminhada, haverá a Via-Sacra e momentos de reflexão, em alusão ao tema da Campanha da Fraternidade 2018, “Fraternidade e superação da violência” com o lema bíblico “Vós sois todos irmãos”, fazendo-nos refletir sobre a superação da violência por meio do reconhecimento de que cada pessoa humana é: um irmão, uma irmã, e assim, não se pode deferir contra ele(a) atos de violência.


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1 de mar de 2018

39ª CAMINHADA DA PENITÊNCIA EM JUAZEIRO


A tradicional Caminhada da Penitência, chega à sua 39ª edição. No dia 17 de março, às 23h milhares de fiéis são esperados no trajeto entre a comunidade Ir. Dulce dos Pobres no Residencial São Francisco até a Catedral - Santuário N Sra das Grotas. Serão mais de cinco horas de caminhada, onde os católicos fazem suas súplicas e orações, em preparação à Festa da Páscoa.

Durante o percusso haverá a Via-Sacra e momentos de reflexão, em alusão ao tema da Campanha da Fraternidade 2018, “Fraternidade e superação da violência” com o lema bíblico “Vós sois todos irmãos”. A Campanha nos faz um convite para a superação da violência por meio do reconhecimento de que cada pessoa humana é irmão, é irmão e se assim o é então não se pode deferir contra ele (a) atos de violência.
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